19/09/2009
É de senso comum que tudo em nossa vida muda, claro mas, o blog é meu e, sendo assim, eu escrevo o que eu quero, mesmo que sejam as coisas mais óbvias.
Depois de muito tempo sem pensar no assunto lembrei de meu ex emprego.
Lembro de quando fui contratada, se eu contar ninguém acredita, assim como ninguém acredita como eu fui contratada neste novo emprego. Novo em termos, pois já faz mais de um ano que estou nele.
————————————————————————————————————————————
Caramba. Pausa dramática. Acabei de perceber que em ambos fui contratada praticamente do mesmo jeito.
————————————————————————————————————————————
Não tinha percebido este detalhe. O que será que isso quer dizer? Que eu sou “A” mina mesmo (Uia!!!) ou que vou ficar nesse emprego 6 anos como fiquei no outro? Medo. Fato.
Bom, se for a segunda opção devo me tranquilizar afinal, no meu atual emprego nunca será contratado um estagiário filho da *pííííí* e/ou uma “adevogada” *pííííí* para atormentar.
(Oi? Alguém leu isso? Alguém identificou alguém? Alguém se projetou?)
Voilá às comparações:
Antigo emprego: Primeiro semestre da faculdade. Um domingo qualquer. Lá pelas 23 e pouco da noite. Recém chegada da praia. Site de estágios da faculdade. Beleza de vaga! Avenida Paulista, ao lado de casa, meio período. Mandei o CV e segunda já de manhã sou chamada para a entrevista, marcada para às 14:00. Mal chego em casa de volta da entrevista e já tem um recado avisando que fui aprovada e que era para eu retornar a ligação. Terça feira: começo a trabalhar naquele que seria minha vida durante 6 anos Felizes.
Atual emprego: Segundo semestre da pós. Um domingo, mas não qualquer. Um domingo após ter pedido demissão do emprego ex-perfeito citado acima. Decido não me abalar e envio CV para 2 empresas. Assim, no escuro. Dando uma de Google Girl simplesmente. Segunda – Feira. Pela manhã uma ligação de uma das empresas marcando uma entrevista para quarta. Mesma Segunda – Feira. Lá pelas 22 e pouco da noite. Chego em casa da aula. Recado. A outra empresa ligou pedindo para retornar urgentemente. Que eu ligasse mesmo sendo 23 da noite. (!) Pasma. Retorno e marco a entrevista para terça de manhã. Quarta feira começo a trabalhar naquele que está sendo meu atual emprego. Sim, Feliz. Mas sem ilusões de apego eterno como na outra.
Vivendo e aprendendo.
Ah, não, não fui na entrevista de quarta. Desmarquei, fria e calculista. Como a vida manda ser.

25/08/2009
“Hello World” me lembra “agradáveis” aulas de Cobol.
Tempo não tão longínquo esse, em que coloquei por algumas vezes minha escolha em questão, pois apesar de gostar e me interessar em aprender, penei muito nas aulas de programação.
Lembro de alguns professores falando: “Se você tem lógica você consegue programar em qualquer linguagem, se não a tem, nunca programará”, já dando o veredito final aos já perdidos alunos do primeiro semestre.
Como eu ficava preocupada e frustrada com isso.
Para se ter uma idéia de meu sofrimento nem com a professora de Lógica de Programação os alunos podiam contar, assim, o nível de reprovação desta matéria era alto. Na realidade não me recordo como eu consegui ser aprovada, afinal, sou uma pessoa “ilógica”.
Pelo menos eu pensava que era, mas se até braille eu consegui aprender, não era um códigozinho fonte em C/C++ que ia acabar com a minha auto-estima. =D
Segue um link para quando (e se) eu retomar meu interesse em programar poder dar uma bizoiada nele:
http://www.siban.com.br/destaque/21_carta.pdf
